Cinema de Urgência e Verdes Anos são duas das novas secções do festival: Cinema de Urgência reúne filmes que documentam e testemunham acontecimentos que desafiam os cineastas a repensarem o cinema como acção directa e exercício concreto de cidadania. Verdes Anos engloba uma selecção de filmes produzidos em escolas de vídeo, cinema, audiovisuais e comunicação, bem como em cursos de pós-graduação relacionados com o cinema e em particular com o cinema documental.
Na sua 10ª edição, o doclisboa apresenta duas retrospetivas: United We Stand Divided We Fall e Chantal Akerman.
United We Stand Divided We Fall, retrospectiva comissariada pelo programador italiano Federico Rossin, apresenta-nos filmes de colectivos que surgiram entre os anos 60 e 80 e foca os momentos em que a luta política e social obrigou à reinvenção da prática cinematográfica e do estatuto de autor.
Em parceria com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o doclisboa exibe uma retrospectiva integral da realizadora belga Chantal Akerman, trazendo ao Festival o questionamento do documentário na sua relação com outras práticas cinematográficas e artísticas.
São ainda contempladas, como habitualmente, as secções Competição Internacional, selecção de alguns dos melhores documentários de todo o mundo e Competição Nacional que dá a ver alguns dos melhores documentários portugueses concluídos no último ano.
Para além disso, o festival conta com as secções Investigações (filmes que se relacionam com questões contemporâneas, propondo o cinema como modo de investigação sobre uma realidade), Riscos (secção comissariada por Augusto M. Seabra que se desenha a partir de propostas que desafiam as categorias e formatos habituais do documentário) e Heart Beat (que inclui documentários que se constroem na relação com a música e artes performativas).
A programação completa será revelada em Setembro.
A nova direcção do Festival, constituída por Ana Jordão, Cinta Pelejà, Cíntia Gil e Susana de Sousa Dias, assume-se como um colectivo de trabalho que nasce de uma visão do cinema partilhada e aberta à pluralidade, consciente de que a organização colectiva do trabalho é também uma proposta política.
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