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Menção Especial para "A Última Vez que Vi Macau"
2012/08/13

A Última Vez que Vi Macau, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata,  filme de abertura do doclisboa'12, recebeu uma menção especial do júri na 65ª edição do festival de cinema de Locarno.

O júri do festival suiço informa no site do festival, a principal razão que os levou a destacar com esta menção especial o filme da dupla de realizadores portugueses: “extraordinária personagem Candy”  que significou  “uma representação da imensa coragem do cinema português, em tempos em que os falhanços dos governos e dos sistemas sociais ameaçam as artes cinematográficas no mundo inteiro”.

Doclisboa'12 abre com "A Última Vez que Vi Macau" de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata e encerra com "Cesare Deve Morire" de Paolo e Vittorio Taviani
2012/08/10

A Última Vez que Vi Macau, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, será o filme de abertura da 10ª edição do Doclisboa.

É um filme que se constrói num plano de contaminação entre as memórias e fantasias de infância de João Rui Guerra da Mata e a procura documental dos vestígios de uma presença em Macau. A partir de uma ficcionalização dessa procura, recorrendo a personagens que emergem do universo noir do cinema clássico e das suas representações do Oriente, A Última Vez que Vi Macau desenha-se como um encontro entre dois realizadores através da partilha das suas histórias pessoais, das suas memórias cinematográficas e da procura de um lugar, sempre sonhado, para lhes dar vida. O filme teve estreia mundial na Competição Internacional da 65ª edição do Festival de Locarno.


Para o seu encerramento, o Doclisboa'12 apresentará Cesare Deve Morire, de Paolo e Vittorio Taviani, vencedor do Urso de Ouro na 62ª edição da Berlinale.


Neste filme encontramo-nos perante uma reactualização da peça Júlio César, de William Shakespeare, criada a partir do encontro com os presos da cadeia de alta segurança Rebibbia, em Roma. O texto de Shakespeare revela assim toda a sua potência e contemporaneidade, ao ser incarnado por estes homens que nos trazem uma profunda reflexão sobre a estruturação do poder naquele lugar e sobre a própria determinação da norma e da marginalidade. Nas palavras de Paolo Taviani: "Esperamos que quando o filme chegar ao grande público os cinéfilos digam para eles próprios ou até para os que os rodeiam...que até um prisioneiro com uma sentença terrível, ou uma sentença de prisão perpétua, é e será sempre um ser humano."


Cesare Deve Morire estreará dia 1 de Novembro em sala, com distribuição de Alambique Filmes.

 

Portugal em primeiro plano no festival États Généraux du Film Documentaire
2012/08/03

A edição de 2012 do festival États Généraux du Film Documentaire vai dedicar uma das principais secções ao documentário português, Route du Doc: Portugal, de 23 a 25 de Agosto em Lussas, no Sul de França.

No total são exibidos 28 filmes de realizadores portugueses, produzidos desde 2001, uma selecção realizada a partir de uma colaboração entre o festival États Généraux du Film Documentaire, a Apordoc – Associação pelo Documentário e o festival doclisboa.


Inserida num festival de carácter não competitivo e que procura sobretudo contribuir para o debate e a reflexão em torno do documentário, a secção Route du Doc procura reunir num só programa filmes que façam emergir uma identidade possível do cinema português.


Vão passar pelo Route du Doc: Portugal os filmes:


Quinta 23 de Agosto

Manhã

  • Tio Rui de Mário Macedo, 2011 - 29’

  • Entrevista com Almiro Vilar da Costa de Sérgio da Costa, 2009 - 29’

  • Jaime de António Reis, 1974 - 35’

Tarde

  • Trás-os-Montes de Margarida Martins Cordeiro, António Reis, 1976 - 110’

  • Ruínas de Manuel Mozos, 2009 - 60’

Noite

  • Imorredoira de Sílvia das Fadas, 2005 - 5’

  • Yama no Anata de Aya Koretzky, 2011 - 59’

  • Paisagem de Renata Sancho, 2001 - 11’

  • Da Natureza das Coisas de Luís Correia, 2006 - 36’


Sexta 24 de Agosto

Manhã

  • Jardim de João Vladimiro, 2007 - 70'

  • Snack-bar Aquário de Sérgio da Costa, 2010 - 37’

  • A Casa Que Eu Quero de Raquel Marques, Joana Frazão, 2009 - 65’

Tarde

  • 48 de Susana de Sousa Dias, 2009 - 93’

  • 1971-74 de Andreia Sobreira, 2011 - 38’

  • Le passeur de Filipa César - 34’+30’

Noite

  • O Estrangeiro de Ivo Ferreira, 2010 - 18’

  • VHS – Video Home System de Salomé Lamas, 2011 - 39’

  • Petit isaac e sua mãe inês de Ana Eliseu -10’

  • Cinema Português? de Manuel Mozos, 1997 - 53’


Sábado 25 de Agosto

Manhã

  • L'éternel départ de Saguenail de 2010 - 33’

  • Máscara do Tempo de Gonçalo Jordão, 2008 - 10’

  • O Que Pode Um Rosto de Susana Nobre, 2003 - 105’

Tarde

  • A Torre de Nuno Lisboa, 2011 - 25’

  • Lisboa Província de Susana Nobre, 2010 - 20’

  • O Movimento das Coisas de Manuela Serra, 1985 - 89’

  • Covas do Douro de Tiago Afonso, 2002 - 7’

  • Pé na Terra de João Vladimiro, 2006 - 20’

Noite – Sessão Especial

  • Tabu de Miguel Gomes, 2012 - 120’


Mais informações nos sites:


Secção Route du Doc – Portugal


Apordoc | doclisboa | Facebook doclisboa


Crédito da imagem: Michael Ackerman @ GALERIE VU

O doclisboa não pára
2012/07/23

Durante o mês de Julho marcou presença em eventos nacionais e internacionais.

Susana de Sousa Dias participou no The Robert Flaherty Film Seminar, em Nova Iorque e Cinta Pelejá fez parte do júri da Competição de Documentários dos Balcãs do Dokufest, Festival Internacional de Documentários e Curtas, em Prizen, Kosovo.

Cíntia Gil e Augusto M. Seabra estiveram presentes no FID Marseille 2012.

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