Secções doclisboa
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Competição Internacional - Longas
Selecção de alguns dos melhores documentários de todo o mundo, produzidos em 2011-2012, uns multi-premiados pela crítica, outros totalmente inéditos.
// Longas Metragens, com duração a partir de 41 minutos |
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Competição Internacional - Curtas
Selecção de alguns dos melhores documentários de todo o mundo, produzidos
em 2011-2012, uns multi-premiados pela crítica, outros totalmente inéditos.
// Curtas Metragens, com duração até 40 minutos |
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Competição Portuguesa - Longas
Selecção de alguns dos melhores documentários de produção e/ou realização portuguesa concluídos no último ano. A maior parte das obras são estreias mundiais.
// Longas Metragens, com duração a partir de 41 minutos |
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Competição Portuguesa - Curtas
Selecção de alguns dos melhores documentários de produção e/ou realização portuguesa concluídos no último ano. A maior parte das obras são estreias mundiais.
// Curtas Metragens, com duração até 40 minutos |
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Investigações
Filmes que se relacionam com questões contemporâneas, propondo o cinema como modo de investigação sobre uma realidade. Visões que nos permitem aceder de modo profundo e singular às questões que tratam, assumindo a arte cinematográfica como um lugar para as diversas narrações do presente. |
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Riscos (em memória de Chris Marker, Marcel Hanoun e Stephen Dowskin)
Secção comissariada por Augusto M. Seabra
Criada em 2007, esta secção visa alargar o âmbito do doclisboa, abrindo-se a variadas abordagens do real e das suas representações, às fronteiras entre ficção e documentarismo, a tendências como as dos diários filmados e das autobiografias ou o trabalho sobre materiais de arquivo, questionando os modos de percepção e do olhar, bem como a revisão crítica do cinema e, de um modo geral, a atenção às propostas de inovação, desafiando as categorias, formatos e durações mais habituais. |
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Heart Beat
Secção paralela, que apresenta documentários que se constroem na relação com a música e as artes performativas. |
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Cinema de Urgência
Serão apresentados filmes que documentam e testemunham situações e acontecimentos relativamente aos quais é urgente criar uma comunidade de debate, de reflexão, de modo a que nos possamos posicionar.
São filmes feitos a partir de uma absoluta implicação no real. Podem não ter encontrado ainda a distância necessária à criação de uma obra cinematográfica mas encontram um ancoramento imediato com a realidade que, cada vez mais, desafia os cineastas a uma prática quotidiana da cidadania.
Filmes que respondem às lacunas do exercício dos media, que existem através de redes sociais e outros meios que tentam abrir brechas no controlo da informação. Estes filmes devem ter lugar, precisamente, num festival que quer pensar o cinema nas múltiplas faces da sua implicação no real.
© Imagem: 'Ja arriba el temps de remenar les cireres' de Jorge Tur Moltó |
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Verdes Anos A secção Verdes Anos apresenta filmes produzidos no contexto de escolas de vídeo, cinema, audiovisuais e comunicação, bem como em cursos de pós-graduação relacionados com o cinema e em particular o cinema documental.
Verdes Anos procura sobretudo abrir uma plataforma de diálogo e reflexão em torno dos filmes produzidos bem como do ensino destas áreas. Pretende-se dar a oportunidade aos jovens realizadores ainda em contexto de formação de mostrarem o seu trabalho a um público alargado facilitando, com isso, a sua entrada futura para o contexto profissional, bem como o seu enriquecimento enquanto realizadores. |
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Retrospectiva Chantal Akerman O Doclisboa apresenta em 2012, em parceria com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, uma retrospectiva integral da obra da realizadora Chantal Akerman.
Realizar uma retrospectiva de Chantal Akerman no doclisboa é trazer, para o festival, o questionamento do documentário na sua relação com outras práticas cinematográficas e artísticas.
Com uma obra complexa e extremamente sensível ao seu tempo, Chantal Akerman integrou sempre, na sua prática, um questionamento profundo de um largo espectro de problemas que vão desde a produção cinematográfica, o processo criativo, a problemática histórica, até ao binómio entre autoria e identidade pessoal.
A sua obra constitui-se na singularidade de uma experiência anterior à definição de géneros. No encontro e assimilação de camadas espácio-temporais e afectivas, os seus filmes trazem-nos um presente desestabilizado por uma profunda intuição da história enquanto matéria eminentemente problemática.
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Passagens Nasce da confluência de dois movimentos recentes: a saída do cinema para os museus e a entrada do documentário na arte contemporânea.
O Doclisboa'12 organiza, por um lado, uma exposição - entre 20 de Outubro e 30 de Novembro - que irá acolher obras marcantes, com várias instalações de Chantal Akerman, em relação com a retrospectiva integral da filmografia que o festival dedica a esta cineasta belga, num diálogo com instalações de Pedro Costa. Por outro lado, será realizado um colóquio internacional - nos dias 25, 26 e 27 de Outubro -, organizado em colaboração entre o Doclisboa, a Universidade de Lisboa e a Universidade Paris 1 - Panthéon-Sorbonne, promovendo o debate entre críticos e artistas, em Lisboa.
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Retrospectiva United We Stand, Divided We Fall A brief history of the radical collectives from the 60's to the 80's
Comissariada por Federico Rossin, curador e crítico de cinema independente e co-director artístico do NodoDoc Fest de Trieste, United We Stand, Divided We Fall apresenta filmes de colectivos radicais que surgiram entre os anos 60 e 80. Por trás dos nomes dos colectivos encontram-se realizadores de renome que, por intenções políticas e artísticas, tomaram aqui uma posição de retaguarda em prol do trabalho colectivo.
Anunciamos desde já dois filmes que serão mostrados nesta retrospectiva: "Territories", do colectivo Sankofa Film and Video e "Handsworth Songs" do Black Audio Film Collective.
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Sessões Especiais Secção não competitiva onde serão exibidos alguns filmes e realizados os lançamentos dos DVD editados pela Alambique É na Terra não é na Lua de Gonçalo Tocha, Blokada de Sergei Loznitsa e Le Chagrin et la Pitié de Marcel Ophüls. Será também lançado o livro De Casa em Casa - Sobre um encontro entre etnografia e cinema, um ensaio de Filomena Silvano acompanhado dos documentários de João Pedro Rodrigues. |
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Retratos A secção Retratos foca-se em filmes biográficos de diversas personalidades como Gerhard Richter, a família Aho-Soldan, Milos Forman e Roman Polanski. |
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Homenagem a Fernando Lopes Fernando Lopes foi um dos mais cruciais realizadores portugueses e deixou uma marca da maior importância no documentarismo, razão porque se impõe esta homenagem que o Doclisboa lhe presta. Encomenda oficial sobre a cidade de Évora, que Lopes realizou logo após o seu regresso da London Film School, As Pedras e o Tempo (1961) é, como várias vezes tem sido notado, o verdadeiro "filme zero" do novo cinema português. Olhar/Ver - Gérard Fotógrafo (1998) é um dos vários documentários que Lopes realizou sobre outros artistas, amigos seus (como O Meu Amigo Mike ao Trabalho,estreado no Doclisboa, nos Riscos, em 2008). Não é apenas um olhar sobre o trabalho de Gérard Castello Lopes, de resto co-realizador, tal como Nuno Bragança, noutro filme de Lopes, Nacionalidade: Português (1972), mas uma reflexão sobre as imagens e os modos de ver, que é também o mais confessional filme do realizador, evocando nomeadamente,em paralelo com as fotografias de Castello Lopes, o Portugal retratado em Belarmino. Encomenda do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura, Cinema evoca os primórdios da cinematografia portuguesa, com A Saída dos Operários da Fábrica Confiança de Aurélio da Paz dos Reis, mas também o novo cinema português de Paulo Rocha e do próprio Lopes, com Isabel Ruth dizendo "Cinema", poema de Carlos de Oliveira, autor que Fernando Lopes adaptara no seu extraordinário filme Uma Abelha na Chuva. |
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Homenagem ao Curtas Vila do Conde Secção de tributo ao festival Curtas Vila do Conde por ocasião do seu 20º aniversário. |
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