CARLO
CHATRIAN
VICE-DIRECTOR DO ALBA INTERNATIONAL FILM FESTIVAL
Faz crítica de cinema em revistas como a Panoramiques, Duellanti, Cineforum
e Filmcritica. É colaborador da “Enciclopedia Treccani” para
a área de cinema. É autor de monografias de realizadores como Wong
Kar Wai, Johan Van Der Keuken, Frederick Wiseman ou Nicolas Philibert. É programador
do Festival de Cinema de Locarno e do Courmayer Noir in Festival. É vice-director
e responsável de programação do Alba International Film
Festival – Infinity.
ERIC
CAZDYN
PROFESSOR
Professor de Estudos Asi áticos, Literatura e Estudos de
Cinema, actualmente na Universidade de Toronto. As suas áreas
de pesquisa incidem especialmente em literatura e teoria de cinema,
no cinema japonês e na literatura japonesa moderna, na globalização,
Marxismo e historiografia cultural. Tem publicado diversos artigos
sobre a relação entre cinema, filosofia e economia
política em revistas como a South Atlantic Quarterly, Social
Text, Japan Forum e Review of Education/Pedagogy/Cultural Studies.
Em 2002 publicou o livro “The Flash of Capital: Film and
Geopolitics in Japan”.
JEAN-PIERRE
REHM
DIRECTOR DO
INTERNATIONAL DOCUMENTARY FILM FESTIVAL OF MARSSEILLE
-
FIDMARSEILLE
Licenciado pela École
Normale Supérieure e estudante de literatura moderna e
filosofia, atravessou sempre fronteiras ao longo da sua carreira.
As primeiras foram de natureza institucional, quando transitou
do ensino (história e teoria de arte e do cinema) para
o Ministério da Cultura francês e daí para
curador de exposições e programador (Cairo Museum
of Modern Art, Yokohama Art Center no Japão, Witte de
With em Roterdão). Também atravessou fronteiras
artísticas, circulando entre os mundos das belas artes
e do cinema. Para além disso, escreve regularmente em
diversos meios de comunicação: catálogos
de exposições, monografias de artistas e realizadores,
revistas de arte e de cinema. É responsável do
International Documentary Film Festival of Marseilles, FIDMarseille
desde 2002.
JOÃO
BOTELHO
REALIZADOR
(Lamego, Portugal, 1949)
Nome reconhecido
do cinema português desde os anos 80, o terreno
da sua obra é maioritariamente
o da ficção e conta até ao momento
11 longas-metragens, entre “Conversa Acabada” (1980)
e “O Fatalista” (2005), destacando-se, entre
os títulos documentais, a curta-metragem “Se
a Memória Existe” (2001) e “A Luz
da Ria Formosa” (apresentado na edição
doclisboa 2005). Faz crítica
de cinema em vários jornais e revistas e funda
a M - Revista de Cinema em 1976. Mantém uma actividade
como artista gráfico e ilustrador de livros, publicações,
catálogos e cartazes. Os seus filmes são
normalmente apresentados em festivais internacionais,
designadamente em Cannes (“Conversa Acabada”, “Três
Palmeiras”, “A Mulher Que Acreditava Ser
Presidente dos Estados Unidos da América”)
e em Veneza (“Tempos Difíceis”, “Aqui
na Terra”, “Tráfico”, “Quem És
Tu?”, “O Fatalista”, são exibidos
em competição). “Conversa Acabada” vence
os prémios de Melhor Realização
no Festival de Cinema da Figueira da Foz e o Grande Prémio
do Festival de Antuérpia. Estreado no Festival
de Londres, “Um Adeus Português” conquista
o Tucano d’Ouro para melhor realizador no Festival
do Rio de Janeiro e o OCIC no Festival de Berlim. A crítica
italiana distingue “Tempos Difíceis” como
melhor filme. Em 1996 é homenageado em Itália
com uma retrospectiva no Bergamo Film Meeting, a que
se segue uma iniciativa idêntica em La Rochelle
em 1999. Em 2005 é condecorado Comendador da Ordem
do Infante D. Henrique.
PIRJO
HONKASAL0
REALIZADORA
(Helsinquia, Finlândia, 1947)
Entra na escola de cinema
aos 17 anos e completa a tese de fim de curso aos 21.
Realiza a primeira longa-metragem no mesmo ano. Continua
a estudar e a trabalhar como assistente na Temple University
em Philadelphia. O primeiro filme decisivo como realizadora,
o drama histórico “Tulipää” (“Flame
Top”), é escolhido para a selecção
oficial do Festival de Cannes em 1980. Como
documentarista, é sobretudo conhecida pela sua
trilogia “The Trilogy of the Sacred and Satanic”,
cuja última parte, “Atman”, vence
o prémio Joris Ivens em Amesterdão em 1996. “The
Three Rooms of Melancholia” (2004) é exibido
em Lisboa no Doclisboa 2005. A sua última ficção, “Tulennielijä” (“The
Fire-Eater”), vence o AFI (American Film Institute)
Grande Prémio do Festival em Los Angeles em 1998.
O seu trabalho tem sido mostrado em retrospectives em
Rouen (França, 1996), Kuopio (Finlândia,
1998), Visby (Suécia, 2000), IDFA (Holanda, 2002),
Docpoint (Helsinquia, Finlândia, 2004), Gijon Film
Festival (Espanha, 2005), European Documentary Film Festival
(Oslo, Norouega, 2006), Ankara Film Festival (Turquia,
2006), Tallinn (Estónia, 2006).
JÚRI DA COMPETIÇÃO
NACIONAL E PRIMEIRAS OBRAS
ANTONIO
DELGADO LIZ
DIRECTOR DO DOCUMENTA MADRID
(Ciudad Real, Espanha, 1962)
Licenciado
em Ciências da Informação
(Imagen e Som) e em Realização.
Como pós-graduações
tem um mestrado em Produção
Audiovisual e diversos cursos de argumento
e realização. No sector audiovisual,
o seu percurso profissional inclui trabalhos
nas áreas da realização
e da produção em filmes de
curta e longa-metragem. Também trabalhou
em televisão, a nível local
(Canal 28) e nacional (Antena 3 e Tele 5).
Em 1994-95 fez investigação,
catalogação e conservação
de fundos para o Museo del Cine de la Filmoteca
Española. De 1997 a 2003 foi Assessor
de Cinema e Responsável pela Oficina
de Promoción del Cine y el Audiovisual
da Consejería de Las Artes de la Comunidad
de Madrid, onde organizou actividades directamente
relacionadas com o cinema. Formou parte da
equipa do Alcine, Festival de Cine de Alcalá de
Henares-Comunidad de Madrid. Até 2003
foi promotor e coordenador de todas as edições
da Muestra de cortometrajes de la Comunidad
de Madrid, do Circuito de Cine en Verano
e do Festival Internacional de Imagen Animada
(Animadrid). Foi também vocal do Conselho
Superior do Audiovisual da Comunidad de Madrid,
integrou diversos Júris de cinema
e realizou a curta-metragem “Al Pasar
la Barca”. Actualmente é Assessor
de Cinema na área de Gestão
de Artes e responsável da Oficina
de Promoción y Difusión del
Cine Español del Ayuntamiento de Madrid,
membro da Madrid Film Commission, membro
do Comité Organizador de Cinema de
Madrid (Spanish Film Screenings), e Director
do Festival Internacional de Documentários
de Madrid, Documenta Madrid.
SIRKKA
MÖLLER
PROGRAMADORA
(Colónia, Alemanha, 1970)
Estuda
Antropologia e Línguas na Universidade
de Colónia em 1990-1996. Trabalha
em festivais internacionais desde 1988, especializando-se
em documentários e curtas-metragens
(Days of The Independent Film, Augsburg;
Nordisk Panorama, Scandinavia; International
Leipzig Festival for Documentary and Animated
Film). Tem sido programadora do Sheffield
International Documentary Festival (2001-2006).
Tem trabalhado com a unidade de produção
de curtas-metragens Escocesa Cineworks e
participa regularmente em seminários
internacionais e festivais de cinema documental
como interveniente e moderadora de debates.
Trabalha actualmente como comissária
freelancer.
Para além do seu trabalho em festivais de cinema, tem trabalhado em legendagens,
traduções, promoção e distribuição,
tomando contacto com os diferentes aspectos da indústria cinematográfica.
A música é a sua segunda paixão, o que a leva, de vez em
quando, a partilhar a sua colecção de discos com públicos
enquanto membro do DJ team Nordic Combined. Especialista em música Finlandesa,
o seu gosto vai do Tango ao Techno.
IVO
M. FERREIRA
REALIZADOR
(Lisboa, Portugal, 1975)
Tem pequenas
participações como actor em
teatro, cinema e televisão desde os
cinco anos. Ingressa aos 14 no Curso de Imagem
e Comunicação Áudio
Visual das Escola de Artes António
Arroio, e mais tarde matricula-se na L.I.F.S.,
em Londres, e na Universidade de Budapeste,
escolas que frequenta de passagem, interrompida
por uma viagem que o afasta do seu país
por quase quatro anos. É neste período
que realiza e produz, em Macau, o seu primeiro
filme: “O Homem da Bicicleta” (Prémio
do Público dos VII Encontros Internacionais
de Cinema Documental da Malaposta), co-realizado
com António Pedro. Desenvolve uma
actividade como realizador desde 1997, contando
na sua filmografia filmes como a curta-metragem “O
Que Foi?” (Prémio Jovem Cineasta
no Festival de Curtas-Metragens de Vila do
Conde em 1998), “Em Volta”, a
primeira longa, rodada na Ásia. O
interesse pelos PALOPS-Países de Língua
de Expressão Portuguesa leva-o, em
2003, a realizar os documentários “À Procura
de Sabino – e de outros contadores
de histórias de São Tomé”, “Contadores
do Príncipe”, ambos sobre a
tradição oral, e “Angola
em Cena” documento sobre uma acção
desenvolvida por um grupo de teatro em Luanda. “Salto
em Barreira” é a sua última
curta-metragem. Reivindicando uma atitude
de teimosia, afirma ter vários projectos
em concepção no contexto de
um trabalho que vive da simplicidade, do
empenho e da liberdade.
JÚRI INVESTIGAÇÕES
LEENA
PASANEN
DIRECTORA DO EDN, EUROPEAN DOCUMENTARY NETWORK
(Dinamarca, 1965)
Estuda lingua e literatura Finlandesa na Universidade de Olulu. Começa
a carreira como jornalista em 1988, na Agência de Notícias Finlandesa,
primeiro como repórter e depois como comentadora política no Parlamento.
Em 1993 ingressa na YLE, Finnish Broadcasting Company, onde trabalha como repórter,
comentadora política, sub-editora e apresentadora. É responsável
para a área de documentário da YLE TV1 entre 1999-2000. Quando
a YLE abriu novos canais digitais é escolhida como directora de programas
responsável pelas áreas culturais na YLE Teema, canal vocacionado
para a cultura, ciência e educação. É também
vice-directora do canal desde 2004. Em Novembro de 2005 começa a desempenhar
funções como directora do EDN, European Documentary Network. Tem
sido especialista, professora e conferencista em vários programas de formação,
como o EDN, Discovery Campus, EURODOC e Television Business School. É licenciada
pelo EURODOC (1999) e tem sido membro directivo do IDFA Fórum, INPUT e
do prémio Finlandês de jornalismo Bonnier.
PAULA
MOURA PINHEIRO
JORNALISTA
(Lisboa, Portugal, 1965)
Licenciada em Comunicação
Social pela Universidade Nova de Lisboa
e
pós-graduada em Direito Comunitário
pelo Instituto Europeu da Faculdade de Direito
da Universidade de Lisboa. Na
imprensa, trabalhou como repórter,
entrevistadora e cronista; na televisão
e na rádio, como autora, editora e
apresentadora de programas. Responsável
pelo "Guia de Leitura 2003" do
Instituto Português do Livro e das
Bibliotecas; membro das Há4, grupo
que promove com a Fundação
Calouste Gulbenkian "Clássicos" -
celebrações anuais sobre textos
matriciais da literatura universal -, programou
a animação cultural da Feira
do Livro de Lisboa em 2004 e em 2005. Em
2006 é responsável pela publicação
de "Portugal no Futuro da Europa",
um livro de divulgação e análise
do Tratado Constitucional Europeu. É editora
e entrevistadora de "Unidos na Diversidade",
programa sobre questões europeias
na Rádio Europa Lisboa, e editora
e pivot de "Câmara Clara",
o "talk show" cultural da Dois
(RTP-Radiotelevisão Portuguesa). É desde
Fevereiro de 2006, sub-directora da 2:.
REBECCA ABECASSIS
JORNALISTA
(Portugal, 1971)
Licenciada
em Ciências Políticas e Sociais
na École des Hautes Études
Politiques et Sociales, tem uma pós
graduação em Jornalismo da
Sorbonne Nouvelle (Paris) e um Master of
Arts em Jornalismo Internacional concluído
em 1997 na City University (Londres). Faz
estágios profissionais em redacções
da imprensa escrita e televisiva em Paris,
Lisboa e Londres onde, em 1997, é jornalista
freelancer na redacção de informação
da CNN. Em Lisboa, entre 1998 e 2001, é colaboradora
permanente da secção internacional
do semanário “O Independente”.
Começa a trabalhar em televisão
nessa altura como membro das equipas de produção
dos programas da RTP “Maria Elisa” e “Grande
Entrevista”. Em 1999 muda para a RTP
Internacional e, no ano seguinte, para a
SIC Notícias onde é responsável
pelos programas “Jornal do Mundo” e “Internacional
SIC”. É também editora
de Internacional desde 2003 e coordenadora
de programas de actualidade internacional
desde 2004.
JÚRI POBREZA ZERO
EDUARDO HOMEM (BR)
JORNALISTA
Jornalista profissional desde 1970. A Economia é a
sua formação de base e começa
como repórter, correspondente e editor
da imprensa escrita e televisiva brasileira
e é correspondente em Paris de O Globo
entre 1974-75. Entre 1984-1994 é fundador,
repórter, editor e coordenador da
estação comunitária
do Nordeste Brasileiro TV VIVA, a que volta
em 1998. Nos anos como repórter e
editor da TV VIVA coordena e realiza dezenas
de vídeos, entre os quais, “Expressões
da Agro-Ecologia”, “Reciclar,
Reaproveitar, Reviver”, “Missão
Catrimani Ianomani” (2004) e a revista
electrónica Rede Patativa (2006).
Em 2004 realiza o programa televisivo “Sopa
Diária”, produzido pela TV VIVA
e transmitido ao vivo pela TV Universitária.
Em 1977, em co-autoria com Sónia Corrêa,
publica “Moçambique, Primeiras
Machambas”. Produz a curta-metragem
infantil “Sassarico” (1978) e “Aquele
Pequeno Exército Louco”, filmado
na Nicarágua em 1979.
Dirige o Centro de Cultura Luiz Freire (1994-1998), a ABONG-Associação
Brasileira de Organizações Não Governamentais (1996-2003)
SÍLVIA ALBERTO (PT)
APRESENTADORA/ACTRIZ
Começa a fazer televisão na RTP em 2000 no “Clube
Disney”, primeiro de vários programas de entretenimento
de que tem sido apresentadora na RTP e na SIC, entre os quais “Clube
da Europa”, “Flash”, “Êxtase”, “Mousse
Caseira”, “Campeões Nacionais”, “Ídolos” ou “Dança
Comigo”. Na rádio, é locutora do “Programa
da Manhã”, na Mix FM (2001/2002). Tem
frequentado workshops de voz e interpretação e
frequenta o Curso Superior de Teatro e Cinema (Teatro, Dramaturgia). É actriz
de “Zona J” (Leonel Vieira, 1998) e tem participações
especiais no telefilme da SIC “Amo-te Teresa” (1999)
e na curta-metragem “Ricochete” (Sérgio Graciano,
2005).
VÍTOR
SIMÕES (PT)
JORNALISTA
(Coimbra, Portugal, 1971)
Licencia-se em Comunicação Social (Jornalismo) na Universidade
Nova de Lisboa em 1993, estagiando em seguida no jornal “Público”. É jornalista
do semanário “Tal e Qual” entre 1994 e 1997. A partir dessa
data tem publicado como jornalista freelancer na imprensa escrita em Portugal
e em Espanha. Em televisão é argumentista da produtora D&D
em 1997 e em 2003-2004, investigador e produtor executivo do programa diário “Olá Portugal” (TVI). É presidente
da cooperativa Planeta Sul (Latitude0 – Comércio Justo) desde Maio
de 2001. Representa Portugal na News – Network of European World Shops
(Fair Trade) em 2003-2004. Desde 2003 é comentador do portal Pontes (WTO
Cancún Summit, OIKOS, ICTSD, FGV) e publica no Fórum DC magazine.
Está ligado ao departamento de advocacia da Oikos – Cooperação
e Desenvolvimento (Portugal) desde Outubro de 2005.
JÚRI
UNIVERSIDADES
O Júri Universidades é composto
por cinco estudantes de cinema de cinco Universidades
e escolas de Lisboa: Mariana Liz (Faculdade
de Ciencias Sociais e Humanas: Universidade
Nova de Lisboa), Guilherme Marques (IADE),
Nuno Soler (Universidade Lusófona) Maria
Remédio (Universidade de Lisboa, Faculdade
de Belas Artes Lisboa) e David de La Rua (Etic)
JÚRI ESCOLAS
O Júri Escolas é composto por cinco alunos da escola
secundária Dona Filipa de Lencastre, em Lisboa, Clara Patrício
(11ºano), Jorge Santos (11º ano), Rita Mamede (11º),
Marta Bento (11º ano) e Denise Oliveira (11º).
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