{"id":5572,"date":"2019-06-28T14:09:43","date_gmt":"2019-06-28T14:09:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/?p=5572"},"modified":"2019-06-28T14:10:36","modified_gmt":"2019-06-28T14:10:36","slug":"apresentacao-retrospectivas-doclisboa19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/apresentacao-retrospectivas-doclisboa19\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o Retrospectivas Doclisboa&#8217;19"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>RETROSPECTIVAS DOCLISBOA&#8217;19\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>DOCLISBOA\u00a0APRESENTA RETROSPECTIVAS\u00a0EM SESS\u00c3O AO\u00a0AR LIVRE NO DIA 26 JULHO\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O\u00a0<a href=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/\"><strong>Doclisboa &#8211; Festival Internacional de Cinema<\/strong><\/a><strong>\u00a0<\/strong>anuncia\u00a0no pr\u00f3ximo dia\u00a0<strong>26\u00a0de Julho<\/strong>, pelas\u00a0<strong>22h30<\/strong>,\u00a0as retrospectivas para a\u00a0sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o, numa sess\u00e3o de antecipa\u00e7\u00e3o ao ar livre que ter\u00e1 lugar no terra\u00e7o da\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.cinemateca.pt\/\">Cinemateca Portuguesa<\/a>.<\/strong><\/p>\n<p>Nesta sess\u00e3o<strong>\u00a0<\/strong>ser\u00e3o\u00a0exibidos\u00a0PAULE IN CONCERT, de Lew Hohmann\u00a0que apresenta\u00a0a retrospectiva\u00a0<em><strong>Ascens\u00e3o e Queda do Muro &#8211; O Cinema da Alemanha de Leste,\u00a0<\/strong><\/em>e o filme\u00a0LETTRE DE BEYROUTH de\u00a0<strong>Jocelyne Saab<\/strong>, realizadora l\u00edbanesa\u00a0a quem dedicamos a retrospectiva de autor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5573\" style=\"width: 608px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5573\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5573 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/paule-in-concert-1-598x450.png\" alt=\"Paule In Concert \" width=\"598\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/paule-in-concert-1-598x450.png 598w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/paule-in-concert-1.png 766w\" sizes=\"(max-width: 598px) 100vw, 598px\" \/><p id=\"caption-attachment-5573\" class=\"wp-caption-text\"><em>Paule in\u00a0Concert<\/em>, de\u00a0Lew Hohmann<\/p><\/div>\n<h3><\/h3>\n<h3>RETROSPECTIVA<br \/>\nAscens\u00e3o e Queda do Muro &#8211; O Cinema da Alemanha de Leste<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: left;\"><strong>Este ano, comemora-se o 30\u00ba anivers\u00e1rio da queda do Muro de Berlim.<\/strong><\/p>\n<p>A DEFA, Deutsche Film Aktiengesellschaft, um est\u00fadio estatal de cinema, foi fundada logo ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial e permaneceu em actividade at\u00e9 1991, tendo produzido centenas de filmes de fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rios.<br \/>\nMuitos cineastas talentosos criaram uma obra significativa que merece ser redescoberta e reavaliada, permitindo-nos compreender melhor um momento emocionante da hist\u00f3ria contempor\u00e2nea do cinema com uma perspectiva actual.<\/p>\n<p>Esta retrospectiva tem como objectivo mostrar a abund\u00e2ncia de formas e temas nas produ\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas da Alemanha Oriental, principalmente da DEFA, censuradas ou n\u00e3o: filmes de propaganda e proibidos, fic\u00e7\u00f5es e document\u00e1rios, curtas e longas, realizados por v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es de cineastas, incluindo\u00a0<strong>Konrad Wolf<\/strong>,\u00a0<strong>Gerhard Lamprecht<\/strong>,<strong>\u00a0Karl Gass<\/strong>,\u00a0<strong>Winfried Junge<\/strong>,\u00a0<strong>Gerhard Klein<\/strong>,\u00a0<strong>J\u00fcrgen B\u00f6ttcher<\/strong>,<strong>\u00a0Volker Koepp<\/strong>,\u00a0<strong>Iris Gusner<\/strong>,\u00a0<strong>Andreas Voigt<\/strong>,\u00a0<strong>Helke Misselwitz<\/strong>\u00a0e<strong>\u00a0Thomas Heise<\/strong>, entre outros, sem esquecer um dos seus melhores directores de fotografia,<strong>Thomas Plenert<\/strong>.<br \/>\nRetratam o povo alem\u00e3o \u2013 por vezes acompanhando-o ao longo dos anos \u2013 a viver num pa\u00eds ferido num territ\u00f3rio ferido.<\/p>\n<p>Reconstru\u00e7\u00e3o, juventude, mulheres, trabalho, vida quotidiana, a cena musical e a vida art\u00edstica e a cidade de Berlim s\u00e3o alguns dos t\u00f3picos recorrentes nestes filmes que se servem de diversas linguagens cinematogr\u00e1ficas. V\u00ea-los significa n\u00e3o apenas desenterrar o passado, mas tamb\u00e9m repensar o nosso presente.<\/p>\n<p><u>Agn\u00e8s Wildenstein<br \/>\nCuradora da retrospectiva<\/u><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5579\" style=\"width: 660px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5579\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5579 size-thumbnail\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/9visdxphoto-abd-rabbo-3-1-650x432.jpg\" alt=\"9visdxphoto Abd Rabbo (3) (1)\" width=\"650\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/9visdxphoto-abd-rabbo-3-1-650x432.jpg 650w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/9visdxphoto-abd-rabbo-3-1-768x510.jpg 768w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/9visdxphoto-abd-rabbo-3-1.jpg 1170w\" sizes=\"(max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><p id=\"caption-attachment-5579\" class=\"wp-caption-text\">Jocelyne Saab<\/p><\/div>\n<table class=\"mcnTextBlock\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody class=\"mcnTextBlockOuter\">\n<tr>\n<td class=\"mcnTextBlockInner\" valign=\"top\">\n<table class=\"mcnTextContentContainer\" style=\"height: 1260px;\" border=\"0\" width=\"971\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"mcnTextContent\" valign=\"top\">\n<h3>RETROSPECTIVA\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Jocelyne Saab<\/h3>\n<p lang=\"pt-PT\"><strong>Jocelyne Saab \u00e9 uma figura singular no panorama do cinema contempor\u00e2neo<\/strong>.<\/p>\n<p>Nascida em 1948 em Beirute, no L\u00edbano, acaba, contra a sua vontade e por imposi\u00e7\u00e3o do pai, por estudar Economia. Em 1973 come\u00e7a a trabalhar como jornalista radiof\u00f3nica entre Paris e Beirute. Mas quando, em 1975, regressa \u00e0 sua cidade para contar a guerra no L\u00edbano que estava prestes a come\u00e7ar, decide faz\u00ea-lo atrav\u00e9s de uma c\u00e2mara.<\/p>\n<p>\u00c9 a reportagem o g\u00e9nero que marca a sua estreia no universo da imagem em movimento; a reportagem de guerra marcar\u00e1 toda a evolu\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Saab, que foi tamb\u00e9m\u00a0fot\u00f3grafa e artista visual, e cruzar\u00e1 por diversas vezes as fronteiras entre fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio, tornando-as cada vez mais osm\u00f3ticas.<\/p>\n<p>O seu cinema atravessar\u00e1 o Mediterr\u00e2neo, como o navio Atlantis onde, em 1982, viaja Yasser Arafat, for\u00e7ado a deixar Beirute e exilado em T\u00fanis. Saab, \u00fanica jornalista televisiva admitida a bordo, contar\u00e1 esta viagem no<em><strong>\u00a0Le Bateau de l\u2019exil<\/strong>.<\/em>\u00a0Ela ir\u00e1 tamb\u00e9m cruzar\u00a0incessantemente\u00a0o M\u00e9dio Oriente, para onde o seu olhar sempre se dirigiu, recordando a liga\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes, as suas e as do seu pa\u00eds, \u00e0 Asia.<\/p>\n<p>O Doclisboa escolheu apresentar a retrospectiva que dedicar\u00e1 a esta artista sempre em viagem, mas profundamente enraizada, a observar com um\u00a0olhar vivaz, mas tamb\u00e9m espantado e afectuoso, com um filme que retrata a sua cidade natal alguns anos antes do in\u00edcio da guerra civil,\u00a0<strong><em>Lettre de Beyrouth<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Estamos em 1978 e\u00a0Saab decide passar alguns meses no L\u00edbano, numa tentativa de retratar um pa\u00eds a sair de uma guerra e prestes a entrar noutra. Viajar de\u00a0autocarro revela-se a maneira\u00a0mais eficaz para o fazer e a reportagem torna-se subitamente um filme neorrealista, no qual se misturam refer\u00eancias do cinema italiano e eg\u00edpcio, para regressar depois \u00e0 um document\u00e1rio surreal\u00a0que olha para o presente a partir de outra perspectiva. A narra\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio \u00e9 de Etel Adnan, amiga de Saab e grande poetisa e pintora libanesa, nascida na Esmirna do Imp\u00e9rio Otomano.<\/p>\n<p>Todo o universo art\u00edstico de Jocelyin Saab parece estar presente neste filme de 52 minutos, rodado em 16mm, um universo que abre os caminhos de um cinema que foi muito rapidamente esquecido.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><u>Davide Oberto<br \/>\nCurador da retrospectiva<\/u><\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">26\u00a0de Julho, 22h30<br \/>\nProjec\u00e7\u00e3o ao ar livre na Cinemateca Portuguesa<\/h3>\n<p dir=\"ltr\"><strong>PAULE IN CONCERT<\/strong><br \/>\nde Lew Hohmann<br \/>\nRep\u00fablica Democr\u00e1tica Alem\u00e3, 1983 \u2013 33 min \/ legendado eletronicamente em portugu\u00eas<\/p>\n<p><strong>LETTRE DE BEYROUTH<\/strong><br \/>\nde\u00a0Jocelyne Saab<br \/>\nL\u00edbano, 1978 \u2013 52 min \/ legendado eletronicamente em portugu\u00eas<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table class=\"mcnTextBlock\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody class=\"mcnTextBlockOuter\">\n<tr>\n<td class=\"mcnTextBlockInner\" valign=\"top\">\n<table class=\"mcnTextContentContainer\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"mcnTextContent\" valign=\"top\">Dura\u00e7\u00e3o total da proje\u00e7\u00e3o: 85 min | M\/12<br \/>\nOs bilhetes para esta sess\u00e3o j\u00e1 se encontram \u00e0 venda, e podem ser adquiridos\u00a0<a href=\"https:\/\/cinemateca.bol.pt\/Comprar\/Bilhetes\/78065-cinema_na_esplanada_sessao_de_antecipacao_doclisboa_paule_in-cinemateca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a><strong>.<\/strong><strong>Este ano, o\u00a0Doclisboa\u00a0celebra a sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o, e acontece em v\u00e1rios espa\u00e7os da cidade de Lisboa entre 17\u00a0e 27\u00a0de Outubro.<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\">Parceria com a Cinemateca Portuguesa<br \/>\nA retrospectiva<em>\u00a0Ascens\u00e3o e Queda do Muro &#8211; O Cinema da Alemanha de Leste<\/em>\u00a0tem\u00a0o apoio do Goethe Institut Portugal<\/p>\n<div><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-5581 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/qwdqwd.png\" alt=\"Qwdqwd\" width=\"665\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/qwdqwd.png 665w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/qwdqwd-650x417.png 650w\" sizes=\"(max-width: 665px) 100vw, 665px\" \/><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RETROSPECTIVAS DOCLISBOA&#8217;19\u00a0 DOCLISBOA\u00a0APRESENTA RETROSPECTIVAS\u00a0EM SESS\u00c3O AO\u00a0AR LIVRE NO DIA 26 JULHO\u00a0 &nbsp; O\u00a0Doclisboa &#8211; Festival Internacional de Cinema\u00a0anuncia\u00a0no pr\u00f3ximo dia\u00a026\u00a0de Julho, pelas\u00a022h30,\u00a0as retrospectivas para a\u00a0sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o, numa sess\u00e3o de antecipa\u00e7\u00e3o ao ar livre que ter\u00e1 lugar no terra\u00e7o da\u00a0Cinemateca Portuguesa. 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