{"id":503119,"date":"2020-01-07T16:41:25","date_gmt":"2020-01-07T16:41:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/?p=503119"},"modified":"2020-01-07T17:16:11","modified_gmt":"2020-01-07T17:16:11","slug":"doclisboa-no-ha-filmes-na-baixa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/doclisboa-no-ha-filmes-na-baixa\/","title":{"rendered":"Doclisboa no H\u00e1 Filmes na Baixa!"},"content":{"rendered":"<p>Durante o m\u00eas de Janeiro, o Doclisboa, em parceria com o <a href=\"https:\/\/www.portopostdoc.com\/\">Porto\/Post\/Doc<\/a>, apresenta seis filmes estreados em ambos os festivais. As sess\u00f5es t\u00eam lugar no \u00e2mbito do programa <a href=\"https:\/\/www.portopostdoc.com\/home\/ha-filmes-na-baixa\/2020\/#C1\">H\u00e1 Filmes na Baixa!<\/a>, no cinema Passos Manuel, no Porto.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o inclui os grandes premiados do Doclisboa&#8217;18:\u00a0<em>Greetings from Free Forests<\/em>, de Ian Soroka, vencedor da\u00a0Competi\u00e7\u00e3o Internacional (exibido dia 30 de Janeiro \u00e0s 22h) e\u00a0<em>Terra,\u00a0<\/em>de Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres, o vencedor da Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa (exibido dia 25 de Janeiro \u00e0s 22h).<\/p>\n<p>Ser\u00e1 tamb\u00e9m exibido o filme vencedor da edi\u00e7\u00e3o de 2018 do Porto\/Post\/Doc,\u00a0<em>The Kamagasaki Cauldron war<\/em>, de Leo Sato,\u00a0dia 31 de Janeiro \u00e0s 22h00.<\/p>\n<p>O ciclo come\u00e7a com a exibi\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio <em>Monrovia, Indiana<\/em>, do veterano Frederick Wiseman, no dia 16 de Janeiro, a que se segue <em>O Sil\u00eancio dos Outros<\/em>, realizado por Almudena Carracedo e Robert Bahar e produzido por Pedro Almod\u00f3var, a exibir no dia 17. Este \u00faltimo retrata a luta, que subsiste at\u00e9 hoje, dos resistentes \u00e0 ditadura franquista, acompanhando v\u00edtimas e sobreviventes do regime.<\/p>\n<p>A 24 de Janeiro exibe-se <em>Alma Clandestina<\/em>, de Jos\u00e9 Barahona, importante e urgente filme sobre Maria Auxiliadora Lara Barcelos (1945-1976), tamb\u00e9m conhecida como Dorinha, estudante de medicina, idealista e resistente contra a ditadura militar que se imp\u00f4s no Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Programa\u00e7\u00e3o completa:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>16 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Monrovia, Indiana<\/strong><\/span><br \/>\nFrederick Wiseman, EUA, 2018, 144\u2032<\/p>\n<p>Monrovia, em Indiana (1400 habitantes), fundada em 1834, \u00e9 sobretudo uma comunidade agr\u00edcola. O filme analisa os estere\u00f3tipos contradit\u00f3rios e mostra como se formam, sentem e vivem valores como servi\u00e7o comunit\u00e1rio, dever, vida espiritual, generosidade e autenticidade, dando uma vis\u00e3o complexa e matizada da vida quotidiana, com destaque para as organiza\u00e7\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, e permitindo compreender um modo de vida rural e conservador.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uY0-RcajyBg?start=6&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>17 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>O Sil\u00eancio dos Outros<\/strong><\/span><br \/>\nAlmudena Carracedo, Robert Bahar, EUA \/ Espanha \/ Cro\u00e1cia, 2018, 96\u2032<\/p>\n<p><em>O Sil\u00eancio dos Outros<\/em> mostra a luta urgente e em curso de v\u00edtimas dos 40 anos de ditadura do general Franco, em Espanha, as quais ainda hoje procuram justi\u00e7a. Rodado ao longo de seis anos, o filme acompanha v\u00edtimas e sobreviventes enquanto estes organizam o inovador \u201cProcesso Argentino\u201d e enfrentam uma amn\u00e9sia imposta pelo Estado perante crimes contra a humanidade, num pa\u00eds ainda dividido ap\u00f3s quatro d\u00e9cadas de democracia.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qjfK5u-8PYA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>24 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Alma Clandestina<\/strong><\/span><br \/>\nJos\u00e9 Barahona, Brasil, 2018, 100\u2032<\/p>\n<p>Maria Auxiliadora Lara Barcelos foi uma activista pol\u00edtica que lutou contra a ditadura brasileira nos anos 1960. Foi presa, torturada e banida do Brasil. Suicidou-se em Berlim, em 1976. Alma Clandestina \u00e9 uma biografia, mas tamb\u00e9m uma imers\u00e3o na complexidade da sua alma, clandestina durante uma grande parte da sua vida.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8Mv90kihOCw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>25 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Terra<\/strong><\/span><br \/>\nHiroatsu Suzuki, Rossana Torres, Portugal, 2018, 60\u2032<\/p>\n<p>Algures no Alentejo, est\u00e3o dois grandes fornos cobertos de terra onde um homem faz carv\u00e3o. Elementos essenciais como o fogo, a \u00e1gua, o ar, a terra e o espa\u00e7o reflectem, respiram e celebram o ritmo da Terra.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3Y4nVa9H3Sw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>30 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Greetings From Free Forests<\/strong><\/span><br \/>\nIan Soroka, EUA \/ Eslov\u00e9nia \/ Cro\u00e1cia, 2018, 99\u2032<\/p>\n<p>Vagueando pela paisagem densamente florestada do sul da Eslov\u00e9nia, o filme depara-se com hist\u00f3rias que despontam da pr\u00f3pria terra e t\u00eam a dimens\u00e3o de um fosso entre um acontecimento de resist\u00eancia popular e os seus vest\u00edgios duradouros num presente vedado.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OmtQ_NuCVDs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>31 de Janeiro | 22h00<\/strong><br \/>\n<span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>The Kamagasaki Cauldron War<\/strong><\/span><br \/>\nLeo Sato, Fran\u00e7a \/ Jap\u00e3o, 2018, 115\u2032<\/p>\n<p>Retrato aut\u00eantico, d\u00e9mod\u00e9 e bem-humorado da sociedade nip\u00f3nica, com todas as suas singularidades. Uma fic\u00e7\u00e3o do real, com os habitantes a tornarem-se actores de uma narrativa sat\u00edrico-c\u00f3mica sobre a sua pr\u00f3pria luta contra a opress\u00e3o. O realizador capta algumas das tradi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas nip\u00f3nicas, como a pr\u00f3pria fotografia do filme, rodado em 16 mm, e que evoca constantemente o elogio da sombra, tal como o teatro n\u00f4.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/s4bipNgwZb4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante o m\u00eas de Janeiro, o Doclisboa, em parceria com o Porto\/Post\/Doc, apresenta seis filmes estreados em ambos os festivais. As sess\u00f5es t\u00eam lugar no \u00e2mbito do programa H\u00e1 Filmes na Baixa!, no cinema Passos Manuel, no Porto. A programa\u00e7\u00e3o inclui os grandes premiados do Doclisboa&#8217;18:\u00a0Greetings from Free Forests, de Ian Soroka, vencedor da\u00a0Competi\u00e7\u00e3o Internacional <a href=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/doclisboa-no-ha-filmes-na-baixa\/\" class=\"more-link\">&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/503119"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=503119"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/503119\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":503123,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/503119\/revisions\/503123"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=503119"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=503119"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=503119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}