{"id":503082,"date":"2019-11-21T11:44:19","date_gmt":"2019-11-21T11:44:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/?p=503082"},"modified":"2019-11-21T11:47:58","modified_gmt":"2019-11-21T11:47:58","slug":"conhecidos-os-projectos-do-arche-no-porto-post-doc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/conhecidos-os-projectos-do-arche-no-porto-post-doc\/","title":{"rendered":"Conhecidos os projectos do Arch\u00e9 no Porto\/Post\/Doc"},"content":{"rendered":"<p>Os projectos participantes no Arch\u00e9 no festival Porto\/Post\/Doc, s\u00e3o j\u00e1 conhecidos. Os quatro apresentam-se em est\u00e1gios de desenvolvimento diferentes entre si e estar\u00e3o a trabalhar numa Oficina de desenvolvimento de projecto com a espanhola Garbi\u00f1e Ortega, directora art\u00edstica do festival de Navarra Punto de Vista.<br \/>\nAs oficinas do Arch\u00e9 pretendem dar ferramentas para o aprofundamento tem\u00e1tico e reflex\u00e3o sobre as estrat\u00e9gias a implementar no filme a projectos em fase de escrita e desenvolvimento. Por outro lado, prev\u00eam o visionamento de materiais e\/ou das vers\u00f5es de trabalho no caso de projectos em montagem ou dos primeiros cortes. O trabalho das oficinas funciona de forma colectiva, numa partilha de experi\u00eancias entre os diversos projectos, de modo a questionar e potenciar cada um.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Pprojectos participantes:<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Curiua Catu<\/strong><br \/>\nde Pedro Lino<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Ukbar Filmes, Portugal<br \/>\nErro de Portugu\u00eas<br \/>\nQuando o portugu\u00eas chegou<br \/>\nDebaixo duma bruta chuva<br \/>\nVestiu o \u00edndio<br \/>\nQue pena!<br \/>\nFosse uma manh\u00e3 de sol<br \/>\nO \u00edndio tinha despido<br \/>\nO portugu\u00eas.<br \/>\nOswald de Andrade, 1925<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>Deserto V\u00e9rtigo<\/strong><br \/>\nde Roc\u00edo Barbenza<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Vaca Ninja, Calamar (Argentina, Chile)<br \/>\nEntre violentas revoltas sociais, um jovem atravessa as ru\u00ednas, buscando a sua irm\u00e3. Cruza a p\u00e9 o deserto, onde chega a uma cidade industrial abandonada, habitada por mortos e a\u00ed, encontra-a. Juntos, sonham com uma nova vida.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>O arrais do mar<\/strong><br \/>\nde Elisa Celda<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Julieta Juncadella, Una Presencia (Espanha)<br \/>\nO arrais do mar prop\u00f5e uma radiografia nocturna de um territ\u00f3rio em que v\u00e1rias ac\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas estabelecem uma complexa rela\u00e7\u00e3o entre o mar e a costa. O filme retrata um espa\u00e7o sem centro e praticamente sem vigil\u00e2ncia, no qual determinadas ac\u00e7\u00f5es deslocadas encontram o seu lugar.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>The Eyes Behold the Infinite<\/strong><br \/>\nde Rita Barbosa<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o: Rita Barbosa (Portugal)<br \/>\nThe Eyes Behold the Infinite \u00e9 um conjunto de nove narrativas fict\u00edcias (ou inspiradas em factos reais), destinadas a ilustrar um sentimento de impot\u00eancia, solid\u00e3o epid\u00e9mica, isolamento e inutilidade; \u00e9 uma sequ\u00eancia descont\u00ednua em que pequenas hist\u00f3rias se afirmam numa polifonia de relatos e ansiedades, inscritos numa trama t\u00e3o fragmentada como um retalho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os projectos participantes no Arch\u00e9 no festival Porto\/Post\/Doc, s\u00e3o j\u00e1 conhecidos. 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