{"id":82,"date":"2018-09-13T13:12:59","date_gmt":"2018-09-13T13:12:59","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/doc1000\/?page_id=82"},"modified":"2019-10-11T19:33:08","modified_gmt":"2019-10-11T18:33:08","slug":"juri","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/edicao-actual\/juri\/","title":{"rendered":"J\u00fari"},"content":{"rendered":"<h3>Competi\u00e7\u00e3o Internacional<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502578\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/sIMG_1823_2bw-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/sIMG_1823_2bw-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/sIMG_1823_2bw.jpg 547w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Billy Woodberry<\/strong><br \/>\nWoodberry \u00e9 um dos fundadores do movimento cinematogr\u00e1fico Revolta de Los Angeles. A sua primeira longa-metragem, Bless Their Little Hearts (1983), \u00e9 uma obra pioneira e fundamental desse movimento, influenciada pelo neo-realismo italiano e cineastas do Terceiro Cinema. Os seus filmes t\u00eam sido exibidos nos festivais de cinema de Cannes e Berlim, no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, Arquivo Cinematogr\u00e1fico de Harvard, Tate Modern e Centro Pompidou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502576\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto-Carlos-Almeida-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto-Carlos-Almeida-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto-Carlos-Almeida.jpg 736w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Carlos Almeida<\/strong><br \/>\nCo-fundador da empresa Irm\u00e3 L\u00facia Efeitos Especiais e assistente convidado na Escola de Comunica\u00e7\u00e3o, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o da Universidade Lus\u00f3fona. Trabalhou com realizadores como Pedro Costa, Jo\u00e3o Pedro Rodrigues, Gabriel Abrantes, Joaquim Sapinho ou S\u00e9rgio Tr\u00e9faut. Respons\u00e1vel pelo restauro digital de Os Verdes Anos e A Ilha dos Amores, de Paulo Rocha, ou Vale Abra\u00e3o e Francisca, de Manoel de Oliveira, entre muitos outros.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502572\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/jerome_bel_2_HD-1-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>J\u00e9r\u00f4me Bel<\/strong><br \/>\nJ\u00e9r\u00f4me Bel \u00e9 um core\u00f3grafo experimental que provoca os espectadores com apresenta\u00e7\u00f5es que frequentemente derrubam a barreira tradicional entre int\u00e9rprete e p\u00fablico e que colocam quest\u00f5es sobre virtuosismo e a natureza da dan\u00e7a. Foi convidado para museus e bienais de arte contempor\u00e2nea (Tate Modern, MoMA, Documenta 13, Louvre), \u00e9 convidado regularmente para dar palestras em universidades e recebeu v\u00e1rios pr\u00e9mios, incluindo o Bessie Award.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502574\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/fotominibio2019julianogomes-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/fotominibio2019julianogomes-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/fotominibio2019julianogomes.jpg 1722w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Juliano Gomes<\/strong><br \/>\nFormou-se em cinema e \u00e9 mestre em tecnologias da est\u00e9tica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde pesquisou a obra de Jonas Mekas. Dedica-se \u00e0 cr\u00edtica de cinema (Revista Cin\u00e9tica) e de teatro. Lecciona na \u00e1rea de hist\u00f3ria do cinema e da cr\u00edtica. Realizou v\u00e1ria curtas-metragens e, em 2019, concluiu a longa-metragem Aterro em parceria com L\u00e9o Bittencourt.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502582\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/DSC_613519-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Leonor Silveira<\/strong><br \/>\nLicenciada em rela\u00e7\u00f5es internacionais, tem uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em direito da cultura e patrim\u00f3nio cultural. Integra os quadros do Instituto do Cinema e do Audiovisual desde 2000, sendo actualmente assessora da direc\u00e7\u00e3o. Como actriz, trabalhou regularmente com Manoel de Oliveira e entrou em filmes de Lu\u00eds Galv\u00e3o Telles, Jo\u00e3o Botelho ou Paulo Rocha. Foi jurada em festivais de cinema nacionais e internacionais e recebeu v\u00e1rios pr\u00e9mios.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502580\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Portrait_Mania_Akbari-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Portrait_Mania_Akbari-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Portrait_Mania_Akbari.jpg 472w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Mania Akbari<\/strong><br \/>\nMania Akbari (Teer\u00e3o, 1974) \u00e9 uma artista e cineasta internacionalmente aclamada. Os seus filmes provocadores, revolucion\u00e1rios e radicais foram recentemente objecto de retrospectivas no BFI (Londres, 2013), DFI (Dinamarca, 2014), Festival Internacional de Cinema de Oldenburg (Alemanha, 2014), Festival de Cinema de Chipre (2014) e Nottingham Contemporary (Reino Unido, 2018). Akbari foi exilada do Ir\u00e3o e vive e trabalha actualmente em Londres.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa e Competi\u00e7\u00e3o Curtas-metragens<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502592\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Hui_Daniel-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Hui_Daniel-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Hui_Daniel.jpg 893w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Daniel Hui<\/strong><br \/>\nDaniel Hui \u00e9 cineasta e escritor, licenciado em cinema pelo Instituto das Artes da Calif\u00f3rnia e um dos membros fundadores da 13 Little Pictures, colectivo cinematogr\u00e1fico independente de Singapura. Realizou tr\u00eas longas-metragens: Eclipses (Pr\u00e9mio Revela\u00e7\u00e3o no Doclisboa\u201913), Snakeskin (Pr\u00e9mio Especial do J\u00fari no Festival de Torino) e Demons (em competi\u00e7\u00e3o para o Pr\u00e9mio Kim Jiseok, no Festival de Busan 2018 e exibido na sec\u00e7\u00e3o F\u00f3rum da Berlinale 2019).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502590\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/ghassam-salab-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/ghassam-salab-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/ghassam-salab.jpg 698w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Ghassan Salhab<\/strong><br \/>\nRealizou sete longas-metragens \u2013 Ashbah Beyrouth, Terra Incognita, Atlal, 1958, Al Jabal, Al-wadi e Une rose ouverte\/Warda \u2013 todas seleccionadas por v\u00e1rios festivais internacionais de cinema, para al\u00e9m de in\u00fameros \u201censaios\u201d e \u201ctrabalhos em v\u00eddeo\u201d, incluindo Heber Sini e Aala Kad Al Shawk (com Mohamed Soueid). Colabora em v\u00e1rios argumentos, ensina cinema no L\u00edbano e publicou textos, artigos e o livro Fragments du livre du naufrage.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502588\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Golgona-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Golgona-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Golgona.jpg 787w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Golgona Anghel<\/strong><br \/>\nGolgona Anghel doutorou-se (2009) em Literatura Portuguesa Contempor\u00e2nea na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Actualmente, \u00e9 professora e investigadora na Faculdade de Ci\u00eancias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa onde se tem dedicado a estudar a rela\u00e7\u00e3o entre literatura e cinema. Publicou alguns livros de ensaios e preparou uma edi\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica dos Di\u00e1rios do poeta Al Berto. Nas horas vagas, escreve tamb\u00e9m poesia.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Pr\u00e9mio Revela\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-502697\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Aya-Montpellier001-2.jpg\" alt=\"\" width=\"362\" height=\"362\" \/><br \/>\n<strong>Aya Koretzky<\/strong><br \/>\nLicenciada em pintura e mestre em cinema. Trabalhou na produ\u00e7\u00e3o de longas-metragens de realizadores como Manoel de Oliveira e Flora Gomes e, desde 2006, colabora com v\u00e1rios realizadores em fic\u00e7\u00f5es e document\u00e1rios. Participou na Berlinale Talents em 2014. Realizou Yama no Anata (2011), que ganhou o pr\u00e9mio de melhor longa-metragem no Doclisboa, entre outros, e A Volta ao Mundo quando tinhas 30 Anos (2018), tamb\u00e9m premiado. Jurada em v\u00e1rios festivais de cinema.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502690\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/\/BOHDANOWICZ_Sofia-9136-web-1-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/BOHDANOWICZ_Sofia-9136-web-1-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/BOHDANOWICZ_Sofia-9136-web-1.jpg 1130w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Sofia Bohdanowicz<\/strong><br \/>\nRealizadora sediada em Toronto. Em 2018, a revista Reverse Shot incluiu-a numa lista de 15 realizadores internacionais em ascens\u00e3o. Em 2017, a sua segunda longa-metragem, Maison du bonheur, foi nomeada para melhor filme canadiano pela Associa\u00e7\u00e3o de Cr\u00edticos de Cinema do Canad\u00e1 e foi uma das escolhas dos cr\u00edticos do New York Times. A sua terceira longa-metragem, MS Slavic 7, estreou na Berlinale 2019 e ser\u00e1 exibida no Arquivo de Cinema de Harvard.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502692\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/\/Veton-portrait-2-1-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Veton Nurkollari<\/strong><br \/>\nDirector art\u00edstico do DokuFest, o maior festival de cinema documental e curtas-metragens do Kosovo, do qual \u00e9 co-fundador. Membro do concelho consultivo do Balkan Documentary Center e membro fundador do Projecto de Cinema Alban\u00eas. Curador regular de programas para v\u00e1rios festivais de cinema. Mentor de v\u00e1rios jovens documentaristas kosovares no \u00e2mbito do projecto Heritage Space. Membro do Parlamento Cultural Europeu e da Academia de Cinema Europeu.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Pr\u00e9mio Fernando Lopes<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-502684\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/AM-1.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"204\" \/><br \/>\n<strong>Alice Milheiro<\/strong><br \/>\nLicenciada em comunica\u00e7\u00e3o social pela FCSH-UNL. Ingressou na RTP em 1991, nas Co-produ\u00e7\u00f5es Internacionais, sob a direc\u00e7\u00e3o do realizador Fernando Lopes. Passou pela Informa\u00e7\u00e3o e pelos Programas. Em 2003, fez parte da comiss\u00e3o instaladora do Canal Sociedade (futura 2:), onde chefiou, at\u00e9 2014, o Servi\u00e7o de Produ\u00e7\u00e3o de Programas. Actualmente, \u00e9 respons\u00e1vel pela Direc\u00e7\u00e3o de Desenvolvimento de Conte\u00fados e directora adjunta da RTP1 e RTP Internacional.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-502601\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Margarida-Cardoso-1.jpg\" alt=\"\" width=\"419\" height=\"419\" \/><br \/>\n<strong>Margarida Cardoso<\/strong><br \/>\nEstudou imagem e comunica\u00e7\u00e3o audiovisual em Lisboa. De 1982 a 1995 trabalhou em Portugal e Fran\u00e7a como assistente de realiza\u00e7\u00e3o, anotadora e fot\u00f3grafa de cena. Em 1995, come\u00e7ou a escrever e realizar os seus pr\u00f3prios filmes. Os document\u00e1rios Natal 71 e Kuxa Kanema \u2013 O Nascimento do Cinema e as fic\u00e7\u00f5es A Costa dos Murm\u00farios e Yvone Kane est\u00e3o entre os seus filmes mais conhecidos e exibidos e premiados em festivais como Roterd\u00e3o, Veneza e Locarno.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502603\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/SofiaM-1-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Sofia Lopes Machaqueiro<\/strong><br \/>\nLisboa, 1980. Licenciatura em hist\u00f3ria moderna e contempor\u00e2nea, ISCTE. Tem trabalhado como gestora de projectos nas \u00e1reas da comunica\u00e7\u00e3o, rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, produ\u00e7\u00e3o\/gest\u00e3o de eventos, assessoria de imprensa e marketing. Neta mais velha de Fernando Lopes, tem a paix\u00e3o pelo cinema no ADN desde sempre. Fundadora do Alvalade CineClube.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Pr\u00e9mio Funda\u00e7\u00e3o Inatel<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502613\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/claudia-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Cl\u00e1udia Marques Santos<\/strong><br \/>\nLicenciada em ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o e mestre em cultura contempor\u00e2nea e novas tecnologias pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista de cultura, com trabalhos publicados na Vis\u00e3o, Di\u00e1rio de Not\u00edcias, P\u00fablico, Expresso e LER, entre outros. Com a Subfilmes, assinou magazines de cultura para televis\u00e3o e document\u00e1rios. Tem um projecto jornal\u00edstico pessoal, If You Walk the Galaxies (.com), que re\u00fane entrevistas filmadas em formato slow journalism.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502611\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/F\u00edlipe-Reis_0003-2-1-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/F\u00edlipe-Reis_0003-2-1-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/F\u00edlipe-Reis_0003-2-1.jpg 1515w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Filipe Reis<\/strong><br \/>\nAntrop\u00f3logo, professor no ISCTE e investigador integrado no Centro em Rede de Investiga\u00e7\u00e3o em Antropologia. Trabalha e pesquisa na \u00e1rea da antropologia dos media e da tecnologia, com um enfoque nas tecnologias de som e na problematiza\u00e7\u00e3o do conceito de paisagem sonora. Tem desenvolvido e coordenado projectos que envolvem a cria\u00e7\u00e3o e a experimenta\u00e7\u00e3o de novos formatos de comunica\u00e7\u00e3o da antropologia atrav\u00e9s do recurso \u00e0s artes sonora e visual.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502615\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Rossana-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Rossana-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Rossana.jpg 494w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Rossana Torres<\/strong><br \/>\nNasce na Rom\u00e9nia durante o ex\u00edlio pol\u00edtico de seus pais e cresce com os av\u00f3s na Beira Alta. Em Lisboa, estuda Artes Visuais e Cinema, trabalhando depois em montagem. Orienta oficinas de cinema para crian\u00e7as e jovens e ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o para professores integradas em programas pedag\u00f3gicos europeus de educa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do cinema. Fixa-se no Baixo Alentejo e co-realiza tr\u00eas filmes, tendo sido o \u00faltimo, Terra, premiado no Doclisboa\u201918.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>ARCH\u00c9<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502617\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Chi-hui-Yang-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Chi-hui Yang<\/strong><br \/>\n\u00c9 respons\u00e1vel por programas como a quinzena do document\u00e1rio do MoMA, Lines and Nodes: Media, Infrastructure, and Aesthetics (2014, Anthology Film Archives) e The Age of Migration (2008, Semin\u00e1rio de Cinema Flaherty). Foi director do Festival Internacional de Cinema Asi\u00e1tico Americano de S\u00e3o Francisco entre 2000 e 2010. \u00c9 mestre em estudos de cinema pela Universidade Estadual de S\u00e3o Francisco e bacharel em ci\u00eancia pol\u00edtica pela Universidade de Stanford.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502619\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/2243_foto-Bianca-Aun_A-Cidade-Onde-Envelhe\u00e7o_set2014_A-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Luana Melga\u00e7o<\/strong><br \/>\nLuana Melga\u00e7o, brasileira, \u00e9 s\u00f3cia da Anavilhana. Como produtora e produtora executiva, j\u00e1 participou em mais de 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, com destaque para Girimunho (2010), Sopro (2012), A Cidade onde envelhe\u00e7o (2016), Enquanto estamos aqui (2019) e Breve historia del planeta verde (2019). Seus filmes foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo e lan\u00e7ados comercialmente em diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502621\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/17EFM_Matthijs-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/17EFM_Matthijs-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/17EFM_Matthijs.jpg 646w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Matthijs Wouter Knol<\/strong><br \/>\nMatthijs \u00e9 o director do European Film Market desde 2014. Trabalhou como produtor criativo em v\u00e1rios document\u00e1rios e produziu instala\u00e7\u00f5es, confer\u00eancias e publica\u00e7\u00f5es de cinema. Dirigiu o programa de forma\u00e7\u00e3o e criou a Escola de Ver\u00e3o da IDFAcademy. Esteve \u00e0 frente da Berlinale Talents (2008-2014) e foi um dos fundadores do programa de resid\u00eancias da Berlinale. \u00c9 frequentemente orador e moderador em confer\u00eancias e festivais e integrou j\u00faris internacionais.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Competi\u00e7\u00e3o Verdes Anos<\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502625\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/IMG_4936-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/IMG_4936-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/IMG_4936.jpg 1117w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Alexandra Dias Fortes<\/strong><br \/>\nAlexandra Dias Fortes \u00e9 investigadora de p\u00f3s-doutoramento do projecto FCT \u201cFragmenta\u00e7\u00e3o e reconfigura\u00e7\u00e3o: A experi\u00eancia da cidade entre arte e filosofia\u201d, coordenado por Maria Filomena Molder e N\u00e9lio Concei\u00e7\u00e3o, no Instituto de Filosofia da Nova, de que \u00e9 membro integrado, fazendo parte da equipa do CultureLab. As suas principais \u00e1reas de investiga\u00e7\u00e3o s\u00e3o a est\u00e9tica e a filosofia da linguagem, Wittgenstein, a filosofia da cidade e a est\u00e9tica urbana.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502629\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Katharina-Treboke-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" \/><br \/>\n<strong>Katharina Tebroke<\/strong><br \/>\nEstudou literatura alem\u00e3 e inglesa na Universidade Livre de Berlim e recebeu uma bolsa para estudar cinema na Universidade de Exeter (Reino Unido), antes de trabalhar como assistente de produ\u00e7\u00e3o e gestora de projecto em v\u00e1rias produtoras cinematogr\u00e1ficas alem\u00e3s de renome. Entrou para a Academia Alem\u00e3 de Cinema e Televis\u00e3o Berlim em 2011 enquanto directora acad\u00e9mica e \u00e9 respons\u00e1vel pelas produ\u00e7\u00f5es dos estudantes do desenvolvimento do argumento \u00e0 p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502627\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/11146278_10206554741296322_6085266810629051814_n-3-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/11146278_10206554741296322_6085266810629051814_n-3-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/11146278_10206554741296322_6085266810629051814_n-3.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>S\u00e9lina Boye<\/strong><br \/>\nLicenciada em gest\u00e3o das artes. Viveu no Brasil e nos EUA e fixou-se em Paris onde come\u00e7ou a carreira na The Festival Agency (TFA) em 2016. Gere festivais no Benelux, Escandin\u00e1via, Portugal, Fran\u00e7a, Su\u00ed\u00e7a, It\u00e1lia, Bulg\u00e1ria e Israel. Desenha a estrat\u00e9gia de festivais em nome de grandes est\u00fadios e produtores e realizadores independentes. A TFA tem escrit\u00f3rios em Paris, Los Angeles, Barcelona e, h\u00e1 pouco tempo, em Portugal, pois S\u00e9lina mudou-se para Lisboa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-502631\" src=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto-450x450.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto-450x450.jpg 450w, https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-content\/uploads\/Foto.jpg 992w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><br \/>\n<strong>Silas Tiny<\/strong><br \/>\nNasceu em S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe e emigrou com a fam\u00edlia para Portugal com 5 anos. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Em 2012, realizou a sua primeira longa-metragem documental, Bafat\u00e1 Filme Clube. Em 2017, realizou uma segunda obra documental, O Canto do Ossob\u00f3, lan\u00e7ado e estreado no Doclisboa. Actualmente, trabalha na p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o do seu pr\u00f3ximo filme e na pesquisa de novos projectos para futuros desenvolvimentos.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>J\u00fari Escolas<\/h3>\n<p><strong>ETIC \u2013 Escola de Tecnologias, Inova\u00e7\u00e3o e Cria\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nAndr\u00e9 Amaral (Cinema e Televis\u00e3o)<br \/>\nDaniel Vilela (Cinema e Televis\u00e3o)<br \/>\nFrederica Costa (Cinema e Televis\u00e3o)<br \/>\n\u00cdris D\u00f3rdio (Design de Comunica\u00e7\u00e3o e Multim\u00e9dia)<br \/>\nJoana Carvalho (Design de Comunica\u00e7\u00e3o e Multim\u00e9dia)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Competi\u00e7\u00e3o Internacional Billy Woodberry Woodberry \u00e9 um dos fundadores do movimento cinematogr\u00e1fico Revolta de Los Angeles. A sua primeira longa-metragem, Bless Their Little Hearts (1983), \u00e9 uma obra pioneira e fundamental desse movimento, influenciada pelo neo-realismo italiano e cineastas do Terceiro Cinema. Os seus filmes t\u00eam sido exibidos nos festivais de cinema de Cannes e <a href=\"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/edicao-actual\/juri\/\" class=\"more-link\">&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":62,"menu_order":5,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-juri.php","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/82"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/82\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/62"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.doclisboa.org\/2019\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}