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    O Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade. Recusando a categorização da prática fílmica, procuram-se as novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo. O Doclisboa tenta ser um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de percepção, reflexão, novas formas possíveis de acção.
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    08–06-18

    UM LABORATÓRIO DE CINEMA EM ACÇÃO

    A pensar em todos os projectos que merecem um final feliz, a Apordoc (Associação pelo Documentário) organiza anualmente o Arché. Um laboratório  de desenvolvimento de ideias e apoio ao processo criativo, que funciona em torno de três oficinas, com quatro sessões cada: Escrita e Desenvolvimento de Projecto; Visionamento e Discussão de Projectos Finais; Desenvolvimento em Diálogo: Escrita e Montagem. Dirigido a realizadores e produtores, profissionais do cinema ou agentes culturais, o Arché proporciona, desde 2015, apoio à entrada na indústria e ao desenvolvimento de projectos. Atribui prémios a projectos em fases distintas de produção, constituindo, para o efeito, um júri próprio.

    Inclui ainda um conjunto de encontros, masterclasses e debatestornando-se um lugar privilegiado de partilhaque permite compatibilizar estruturas de produção, incentivar redes de criação e aproximar geografias. O Arché colabora com o MRG//Work, laboratório do festival espanhol Márgenes, e está receptivo não só a projectos portugueses e espanhóis mas também oriundos da América Latina e países de língua oficial portuguesa.

    A edição deste ano decorre de 21 a 27 de Outubro, no contexto do Doclisboa’18, na Culturgest. Tanto a inscrição – até 15 de Junho – como a participação são gratuitas e todas as informações podem ser encontradas aqui.

     

    ARCHÉ DO TESOURO:

    Alguns dos realizadores que passaram por edições anteriores do laboratório já estão a dar cartas no cinema do futuro. Histórias de projectos com final feliz:

    • “Brother” de André Marques, que participou na primeira edição do Arché, teve a sua estreia mundial na Competição Portuguesa do Doclisboa’16, foi exibido no Shortcutz, no Cinemax Curtas da RTP2 e seleccionado para certames da França (Festival Signes de Nuit) à Bulgária (Burgas International Film Festival).
    • “Trinta Lumes” de Diana Toucedo, integrou a Oficina de Visionamento e Discussão de Projectos Finais do Arché em 2015. Teve estreia mundial no Panorama da Berlinale de 2018 e venceu o Prémio da Crítica no D’A Film Festival em Barcelona.

    • “El Creador de Universos” de Mercedes Dominioni fez parte da Oficina de Escrita e Desenvolvimento de Projecto de 2016, teve estreia mundial na secção Competition for First Appearance do IDFA em Novembro de 2017 e ganhou o Doxa Feature Documentary Award no Doxa Documentary Film Festival do Canadá.

    • “Nocturno, Fantasmas de Mar en Puerto” de Álvaro Pulpeiro foi um dos participantes na Oficina de Visionamento e Discussão de Projectos Finais de 2016Teve estreia mundial no FIC Xixón – Festival Internacional de Cine de Gijón em Fevereiro de 2018 e já está seleccionado para o Edinburgh International Film Festival de Junho.

    • “Amores Distantes e Pátrias Imaginárias” de Catarina Vasconcelos esteve na Oficina de Escrita e Desenvolvimento de Projecto de 2016foi apresentado no Doc Alliance Goes to Cannes 2018 e está em pré-produção com a portuguesa Primeira Idade e a francesa Bocalupo Films.

     

    Arché 2018
    21 a 27 de Outubro
    Inscrição e participação: gratuitas
    Prazo para inscrição: 15 de Junho
    Informações: ana.pereira@apordoc.org
    Telefone: +351 213 470 816

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