O Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade. Recusando a categorização da prática fílmica, procuram-se as novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo. O Doclisboa tenta ser um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de percepção, reflexão, novas formas possíveis de acção.
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03–08-18

LUIS OSPINA: PUNK CINÉFILO EM RETROSPECTIVA INTEGRAL

Doclisboa’18 orgulha-se de apresentar, à escala europeia, a primeira retrospectiva integral de um realizador cuja vida – e obra – urge celebrar. Luis Ospina estará connosco em Outubro, entre os dias 18 e 28, a acompanhar uma programação que inclui “Todo Comenzó por el Fin” (na imagem) e “Agarrando Pueblo”, que demos a ver na Cinemateca Portuguesa na Sessão de Antecipação do festival que aconteceu a 27 de Julho.

Realizador, produtor, argumentista, montador – uma paixão por cinema tão grande como pela própria vida – Luis Ospina estudou no Estados Unidos para regressar à Colômbia natal e virar sobre ela a sua lente, filmando a história do seu país com ironia e humor. Consciência social e pujança artística convivem nele com um espírito de enfant terrible que marca o seu olhar sobre os outros e o mundo. Nós chamámos-lhe “punk cinéfilo” e ele gostou. Em Outubro explica-nos porquê.

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