O Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade. Recusando a categorização da prática fílmica, procuram-se as novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo. O Doclisboa tenta ser um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de percepção, reflexão, novas formas possíveis de acção.
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16–01-18

6.doc – Doclisboa no Cinema Ideal

Entre Janeiro e Junho, o Doclisboa, em parceria com o Cinema Ideal, apresenta o programa 6.doc, que estreará naquela sala sete filmes apresentados na edição de 2017 do festival.

 

Serão apresentados alguns dos filmes destacados da última edição do Doclisboa, num programa de grande diversidade territorial, formal e temática.

 

Os filmes estarão em exibição comercial durante uma semana e algumas sessões serão acompanhadas por conversas com realizadores e/ou convidados.

 

Datas das estreias:

25 Janeiro Faithful (França), de Sandrine Bonnaire + Why is Difficult to make Films in Kurdistan (Turquia), de Ebrû Avči

22 Fevereiro Todas as Cartas de Rimbaud (Portugal), de Edmundo Cordeiro

22 Março No Intenso Agora (Brasil), de João Moreira Salles

19 Abril O Canto do Ossobó (Portugal), de Silas Tiny

24 Maio Martírio (Brasil), de Vincent Carelli

21 Junho Spell Reel (Alemanha, Portugal, França, Guiné-Bissau), de Filipa César

 

As sessões terão apresentação posterior no Porto (no Cinema Passos Manuel), enquadrados no programa Há Filmes na Baixa!, em colaboração com o festival Porto/Post/Doc.

 

No dia 25 de Janeiro, pelas 20h00, terá lugar a primeira sessão do programa 6.doc no Cinema Ideal.

 

Esta será composta pela curta metragem vencedora do Prémio Especial do Júri da Competição Internacional do Doclisboa’17, Why is Difficult to Make Films in Kurdistan, de Ebrû Avči, e pelo último filme de Sandrine Bonnaire, Faithfull.

 

Em Why is Difficult to Make Films in Kurdistan, a jovem realizadora confronta-se com a sua tradição e a sua família, declarando a decisão de fazer cinema, e ao mesmo tempo tentando, através da câmara, afirmar os seus laços afectivos e identitários com o seu lugar de origem.

 

Em Faithfull, resultado de um longo trabalho de Bonnaire com a artista Marianne Faithfull, temos acesso à história de uma mulher que percorreu inúmeros caminhos, que viveu verdadeiros acontecimentos da história da música pop, e que lutou por um percurso singular, afirmativo, e que veio a ser mundialmente reconhecido.

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